Por Gabriel Mansur

As pessoas têm dois problemas difíceis de solucionar na vida real. O primeiro é sempre lembrado: para conseguir um emprego, é preciso ter experiência. Mas para ter experiência, é necessário trabalhar, certo?

O outro, pouco compartilhado nas mesas de bar, está na mesma proporção: uma boa saúde mental exige atividades físicas regulares. Mas uma das consequências da depressão é a falta de ânimo.

Aí entra um questionamento: como sair para correr, nadar ou catar coquinho, se até para levantar da cama é um sacrifício? São perguntas sem respostas comprovadas, mas, focados na campanha do Setembro Amarelo, vamos tentar ajudar.

Como? O primeiro passo em direção ao fortalecimento psicológico é entender a real importância de exercitar-se. Ou seja: é o seu corpo em guerra constante com a sua mente.

Um estudo realizado pela Universidade de Harvard conecta  a prática frequente de exercícios com a saúde mental.

A análise, feita em parceria com a Universidade de Warwick, no Reino Unido, foi realizada no decorrer de nove anos, com mais de 18 mil entrevistados, entre homens e mulheres a partir dos 50 anos.

O objetivo principal da pesquisa é entender e relacionar a atividade física e a motivação para viver.

A principal conclusão foi: as pessoas que se preocupam em manter o condicionamento físico, além de terem mais disposição para as atividades do cotidiano, também encontram propósitos e buscam criar hábitos saudáveis.

O estudo mostra que adicionar atividade física na rotina pode alterar completamente a maneira de viver – e isso está relacionado não só ao condicionamento físico.

Fernando Nero, CEO do Grupo Ultra, com mais de 15 anos de experiência no setor fitness, além de ser profissional de educação física, concorda com a pesquisa e defende a prática frequente de exercícios.

“Automaticamente nos conecta com um estilo de vida diferente do que tínhamos, possibilitando a adesão de hábitos complementares como dormir bem, comer melhor, tomar mais água, acordar cedo”, destacou, ao completar.

“Quando adotados em conjunto, atuam não só no físico, mas também diretamente em nossa mente, gerando bem-estar, autoconfiança e vitalidade. Esses benefícios psicológicos e emocionais, provenientes da atividade física, nos dão espaço para adotar um propósito”.

A atividade física rotineira pode impactar positivamente na vida das pessoas e contribuir também com a saúde mental. Fernando alerta que “o importante é se movimentar e cuidar da saúde, mas sempre respeitando os limites do corpo”.

Agora a informação mais importante de todas: você não está e nem precisa passar por tudo isso SOZINHO (A). Por fim, vale a ressalva da importância da terapia nesse momento delicado.

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