Por Gabriel Mansur

O adiamento para 2021, somada à falta de público nos ginásios e arenas, davam um ar nebuloso sobre como seria a Olimpíada de Tóquio, mas é aquela história: “só não tem jeito para a morte”.

Passados os quinze dias do principal evento esportivo do mundo, o público virou internauta, o público virou espectador. Com isso, o que se viu foi uma explosão nas redes sociais.

E, claro, o fortalecimento dessas plataformas para engajar e aproximar os fãs – mesmo que num lugar tão distante – dos atletas. Novos ídolos, esportes estreantes e perfis despontaram com destaque nas últimas semanas.

A Winnin – uma martech que empodera a criatividade por meio da ciência de dados – mapeou a cultura nas redes através da inteligência artificial e realizou um levantamento que mostra o crescimento nos perfis de alguns atletas da delegação brasileira, principalmente Douglas Silva e Rayssa Leal.

O ponteiro da seleção brasileira de vôlei, por exemplo, fez sucesso na internet graças ao engajamento nos stories do Instagram, apesar da eliminação nas quartas de final para o Comitê Olímpico Russo.

Ele compartilhou muito conteúdo focado em três assuntos altamente relevantes para o brasileiro na internet: esporte, bastidores e reality show.

Usando e abusando desse tripé, os números do atleta decolaram: aumento de 1.261% no seu números de seguidores no Instagram e crescimento de 2.464% no números de curtidas.

Além da sua página pessoal, o sucesso de Douglas também foi positivo para a Confederação Brasileira de Voleibol, que teve um aumento de 42,2% na base de seguidores do Instagram e 13,5% no número de likes das publicações.

Quando o assunto é skate, Rayssa Leal voou para o topo do pódio. A “Fadinha” teve um um aumento de 3,6% de seguidores no seu perfil do Instagram.

Antes das Olimpíadas, no começo de julho, ela tinha aproximadamente 628 mil seguidores. Hoje, ela já bateu a marca de 6,7 milhões (por enquanto), o que significa um crescimento de cerca de 850% em apenas um mês.

Um único vídeo que a atleta de 13 anos postou no dia 25 de julho, em que ela mostra toda sua trajetória, desde seus primeiros rolês até a prata olímpica, foi o oitavo mais curtido no mundo, com 2.4 milhões de likes, além de 41 mil comentários.

E mais do que o perfil pessoal da skatista, o destaque que as Olimpíadas trouxeram para o esporte impactou o tema como um todo.

Segundo o Winnin Insights, software da Winnin, a audiência geral do tópico de Skate é 35% feminina e 65% masculina. Porém, no que se refere ao público mais jovem (13-17), percebe-se um equilíbrio no interesse da audiência.

Se esportivamente o Brasil teve o melhor desempenho na história dos Jogos Olímpicos, com 21 medalhas ao todo (sete ouros, seis pratas e oito bronzes), Tóquio deixa um marco no desempenho dos atletas nas redes sociais.

Metodologia do relatório

As métricas são oriundas de dados do Brasil no Facebook, YouTube e Instagram. O levantamento foi criado a partir de análise de dados feito pela inteligência artificial da Winnin.

O programa analisou, dentro do ecossistema de consumo da população, os conteúdos de relacionamentos, mapeando quais os temas e criadores dominantes nessa conversa.

O intuito é mostrar que não faltam oportunidades para as marcas se assumirem como criadoras de conteúdo e turbinar seu alcance e performance online, principalmente nas datas comemorativas do calendário cultural.

O software esquematiza tendências emergentes de acordo com variáveis como setor, público-alvo e objetivo de negócios. Isso permite que marcas e agências ajam rápido para criar produtos, ações e estratégias mais assertivas e relevantes.

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