Aiii, Brasilll!

Vamos falar um pouco de Gil do vigor? Ou seria Gil DA Vigor? O dono do “tchaki tchaki” e atualmente a pessoa mais carismática do mundo (segundo pesquisa do Só Importa a Minha Opinião) entrou no BBB e disse: “eu não vim para ser o Gil do medo, mas sim o Gil do vigor”.

Foi uma frase espontânea, sem segundas intenções, mas que girou o Brasil diante da popularidade recorde do BBB 21. A partir de então, ele deixou de ser o Gilberto que se inscreveu no programa e transformou-se de vez em Gil do Vigor. Vigor virou quase um sobrenome.

Mas o que isso tem a ver com publicidade, sabichão? Não é que tudo que seja escrito no blog precise ter uma relação com a publicidade, mas, neste caso em específico, a conexão é total! Porque o assunto de hoje é a importância de associar uma marca a um rosto – ou símbolo.

Antes mesmo do Gil ser eliminado, para desgosto de qualquer pessoa que não tenha uma pedra no lugar do coração, os pedidos para que a marca de alimentos VIGOR patrocinasse o Gil teve mais de 15 mil menções no Twitter.

(Foto: Reprodução twitter)

A parceria, então, foi fechada menos de uma semana após a “liberdade” do operário do entretenimento. Hoje, quando pensam na VIGOR, pensam no Gil. E o Gil, por sua vez, agora é Gil Da Vigor! Os dois ganham. 

O Gil é o único da via láctea que pode ser chamado de (bis)coiteiro sem que tenha qualquer relação com “pedir biscoito”. Porque agora suas frases de efeito são o novo retrato da Bis XTRA. “Não vim perder para o basculho”, “É um regozijo”, “BRASIIIIIL” agora estampam as barras de chocolate.

Relacionar uma marca a um símbolo é benéfico para ambos. Vamos a um exemplo: qual o primeiro pensamento que vem à sua mente quando falamos de Picpay? A minha é a cantora IZA. Antes mesmo da reflexão sobre ser um aplicativo de pagamentos.

(Foto: Divulgação)

Como nem todo mundo assiste BBB ou conhece a Picpay, vamos falar de algo que faz parte da vida de qualquer brasileiro, seja de esquerda, de direita, pobre, rico ou torcedor do Botafogo: a cerveja.

Uma marca que entendeu o conceito de associar sua imagem a um símbolo foi a Brahma, em 2000. Dizem que o Siri de bumbum de fora que falava “nãnãnãnã” ganhou fama no mar. As histórias contam até que ele usou o dinheiro da campanha para abrir um restaurante: o Siri Cascudo.

Em 1994 não tinha internet, ou seja, quase na Idade das Pedras, mas uma parceria mudou a história do futebol europeu: a cervejaria holandesa Heineken começou a patrocinar a Liga dos Campeões, maior torneio de clubes do planeta Terra – em Marte, onde joga o Messi, talvez tenha uma liga maior. 

A Champions, para quem não é muito entendido sobre futebol, pode ser chamado de “aquele torneio que a Heineken patrocina”. Já quem não é chegado nas biritas pode chamar a Heineken de “aquela cerveja que patrocina a Liga dos Campeões”.

(Divulgação  Heineken)

Chega de lenga-lenga: a importância de associar uma marca a um símbolo está devidamente esclarecida. Se precisar de ideias para sua empresa, faça como Jimmy Neutron e procure a lâmpada. Lâmpada, que por sinal, é a cara da NewMD, mas isso é só uma coincidência muito bem calculada.

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