Por Gabriel Mansur

“O futebol é a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes”, ensinou há tempos o italiano Arrigo Sacchi (NewMD também é cultura), em uma das frases mais certeiras da história.

Uma citação elegante para dizer que “Sextou” com S de “Soccer”. O tema desta sexta é ele mesmo, o esporte mais popular do planeta. O único entretenimento capaz de levar 3,5 bilhões de pessoas, independentemente de credo e classe social, à frente de uma televisão

Esse foi o número total de telespectadores que assistiram a Copa do Mundo da Rússia, em 2018, e que teve a França da tartaruga ninja Mbappé como campeã. Os bilhões são um recorde entre as 21 edições disputadas.

Só a final entre França e Croácia (Croácia na final é como uma vaca em cima da árvore, ninguém sabe como chegou lá) contou com 1,12 bilhão de pessoas torcendo contra a França simultaneamente. É como se toda a população da China parasse de fazer filhos para ver um jogo de futebol.

Tomou dimensão da grandeza e popularidade da modalidade? Esperamos que sim, porque a pesquisa foi trabalhosa (rs). Mas vamos ao que importa: as informações são só para ajudar a entender a relação do futebol com a publicidade

Por conta da grande visibilidade do esporte e também de alguns clubes, as marcas são capazes de pagar milhões de dólares por espaços em suas camisas.  E a parceria na maioria das vezes é rentável para ambos. 

Maior clube do mundo, o Real Madrid leva US$158 milhões por ano da Adidas. O Manchester United, que também tem a Adidas como patrocinador, leva US$107 milhões. E sabe como a Adidas não quebra? Porque a renda é superior à despesa.

Em 2020 o Real foi o time que mais vendeu camisas, cerca de 1,5 milhão. E não coincidentemente, o Manchester United, com 1,4 milhão de camisas vendidas por ano, aparece em segundo. Os que mais vendem são os que mais recebem. É assim que funciona o capitalismo.

Os clubes e seleções recebem uma grana para divulgar uma marca que, por sua vez, tem como retorno o reconhecimento a nível mundial. É como se fossem 11 jogadores (modelos), além do banco de reservas, divulgando seu material ao mesmo tempo. É muito melhor que o São Paulo Fashion Week.

Quantas vezes você conversou com o amigo sobre a gola da Nike? Ou elogiou os modelos da Adidas? A marca alemã foi literalmente fundada, em 1949, por conta da popularidade que o futebol já tinha naquela época. 

Hoje vai além dos esportes e alcança os mundos da moda, música, cultura e sustentabilidade. E mais importante que tudo isso: vira pauta aqui na New, o que qualquer marca almeja. Não se atreva a desmentir essa informação.

E os patrocínios vão além do material esportivo. Entre 1999 e 2014 teve o Fluminense da Unimed, parceria que rendeu dois títulos brasileiros e um da Copa do Brasil ao Tricolor Carioca.

O Palmeiras provavelmente é o clube mais associado a fortes patrocinadores. Entre 1992 e 2000 fechou parceria com a Parmalat, fábrica italiana de laticínios. Levou dois brasileiros e uma Libertadores. 

Desde 2015 o Porco é patrocinado pela Crefisa, empresa de crédito financeiro. Conquistou mais dois Brasileirões e o bi da Libertadores. Já a Crefisa ganhou uma visibilidade jamais tida anteriormente. Em consequência, mais clientes e, claro, mais dinheiro.

Ufa! Prometo que terminou! Se você não desistiu da leitura, mesmo diante de tantos números (pessoas de humanas odeiam números, a gente entende), só significa uma coisa: há um grande fascínio pelo futebol ou pela publicidade. Ou você gosta de sofrer, o que também não é pecado.

Se quiser entender mais de futebol, nossa agenda está ocupada até o ano que vem (brincadeira), mas se as dúvidas forem sobre publicidade, estamos full time a seu dispor. 

Venha conhecer a agência (em Manaus, São Paulo ou Itacoatiara) ou entre em contato com o WhatsApp (92) 98188-9524  enquanto precisamos evitar a Covid-19.

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